PP, PL e Republicanos fecham apoio a Rogério Marinho para disputar presidência do Senado

Em discurso, Marinho disse que é preciso "moderar a avidez, os excessos daqueles que estão chegando ao governo"

Rogério Marinho
Rogério Marinho (Foto: Clauber Cleber Caetano/PR | Roque de Sá/Agência Senado)


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247 - O PP, PL e Republicanos decidiram na manhã deste sábado (28), em Brasília, formalizar o bloco de apoio à eleição de Rogério Marinho (PL-RN) para a presidência do Senado Federal.

A reunião contou com senadores bolsonaristas como Carlos Portinho, Tereza Cristina e Flávio Bolsonaro que, juntamente com Rogério Marinho, falaram em coletiva de imprensa sobre o bloco

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Valdemar Costa Neto (PL), presidente do PL, também participou da reunião, assim como Marcos Pereira (Republicanos) e Ciro Nogueira (PP).

Em seu discurso, Marinho elogiou o que chamou de “legado” dos governos de Michel Temer (MDB) e de Jair Bolsonaro (PL) em ações, principalmente no âmbito da economia. “Seis anos de transformações e modernizações, e parte desse legado está em risco”, afirmou Marinho que foi um dos principais articuladores das reformas trabalhista e da previdência.

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Em seguida, disse que é preciso "moderar a avidez, os excessos daqueles que estão chegando ao governo e que, no afã de impor a sua agenda, querem destruir o que foi feito de forma virtuosa a favor do Brasil”.

Já falando como candidato, Marinho disse que, se for eleito em 1º de fevereiro, assinará a abertura de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar os ataques do 8 de Janeiro.

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O discurso da base bolsonarista no Senado é que a eleição de Marinho vai "equilibrar os poderes", diante do que eles chamam de "abusos" contra os que atentaram contra a democracia, fazendo frente ao governo Lula.

Outra pauta dos bolsonaristas é pautar o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Marinho defendeu promover o diálogo institucional e disse que o “impeachment é instrumento que consta na Constituição, mas não pretendo sentar na cadeira e instaurar o processo de vingança. E, sim, sentar com cada um dos poderes para o diálogo”.

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Marinho disputa o comando da Casa com o atual presidente, Rodrigo Pacheco, do PSD. O PL tem 14 senadores, o PP 6 e o Republicanos têm 4, totalizando 24 dos 88 senadores.

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