Após pressão dos militares, Moraes propõe 'projeto-piloto complementar' em teste de integridade das urnas

O presidente do TSE, Alexandre de Moraes, atendeu a uma das sugestões das Forças Armadas que havia sido negada pelo presidente anterior da corte, ministro Edson Fachin

Presidente do TSE, Alexandre de Moraes, em reunião com o Ministro da Defesa, General Paulo Sérgio
Presidente do TSE, Alexandre de Moraes, em reunião com o Ministro da Defesa, General Paulo Sérgio (Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE)


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247 - O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, por pressão dos militares, anunciou que será elaborado um "projeto-piloto complementar", atendendo a uma das sugestões das Forças Armadas em relação ao chamado teste de integridade das urnas – que havia sido negada pelo presidente anterior da corte, ministro Edson Fachin.

O Tribunal deu a informação após reunião de Moraes com o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, além de representantes das áreas técnicas do tribunal e da pasta, nesta quarta-feira, 31.

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"A importância da manutenção da realização do teste de integridade, que ocorre desde 2002, como mecanismo eficaz de auditoria foi ressaltada por ambas as áreas técnicas", diz comunicado do TSE.

As áreas técnicas "apresentarão, em conjunto, a possibilidade de um projeto-piloto complementar, utilizando a biometria de eleitores reais em algumas urnas indicadas para o referido teste, conforme sugestão das Forças Armadas no âmbito da Comissão de Transparência Eleitoral".

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