Política armamentista do governo Bolsonaro impulsionou aumento de violência contra mulher por CACs

Principais crimes cometidos pelos homens portadores de CACs contra as mulheres nos últimos quatro anos foram, principalmente, agressão, violência doméstica, ameaça e feminicídio

(Foto: Reprodução (Redes Sociais))


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247 - Levantamento do Instituto Sou da Paz mostra que a política armamentista do governo Bolsonaro (PL), que facilitou o acesso a armas,  impulsionou o aumento de casos de violência contra a mulher cometidos por colecionadores de armas, atiradores esportivos e caçadores (CACs).

O levantamento feito nos Tribunais de Justiça de três estados: São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais revela que os principais crimes cometidos pelos homens portadores de CACs contra as mulheres nos últimos quatro anos foram, principalmente, agressão, violência doméstica, ameaça e feminicídio, revela o estudo publicado pelo Universa UOL.

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Entre 2018 e 2022 o número de pessoas com registro de CAC cresceu dez vezes. Neste período, foram registrados 13 casos de violência contra mulher. Em 2018 apenas um caso foi registrado e, até setembro de 2022, quatro casos foram cometidos por CACs, revela a reportagem. 

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O Brasil tem 673,8 mil registros atualmente. A cada cem mil pessoas, 314 são autorizadas. A quantidade de pessoas com registros CAC era de 117,5 mil em 2018, antes de Bolsonaro ser eleito.

O levantamento do Instituto foi feito com base no uso de palavras-chave para a pesquisa jurisprudencial nos sites dos Tribunais de Justiça, dentre elas "atirador esportivo", "colecionador de armas", "caçador" e demais termos relacionados. A partir da leitura dos acórdãos, foram levantadas informações específicas quanto ao tipo de crime, o réu e o ano do crime.

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