Planalto tenta minimizar atuação direta de Bolsonaro na rachadinha e fala em "conclusões precipitadas"
De acordo com a Secom, foi construída uma narrativa com divulgação de trechos sem contextualização cronológica, que “parecem ter como intuito induzir o leitor/expectador (sic) a conclusões precipitadas por carecer de contexto”
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
247 - Em nota, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) rebate as reportagens de Juliana Dal Piva, do UOL, que aponta que no gabinete do então deputado Jair Bolsonaro havia esquema de devolução de salários de assessores no período compreendido entre 1991 e 2018, durante seus mandatos de deputado federal.
De acordo com a Secom, foi construída uma narrativa com divulgação de trechos sem contextualização cronológica, que “parecem ter como intuito induzir o leitor/expectador (sic) a conclusões precipitadas por carecer de contexto”.
A reportagem mostra que Bolsonaro não só integrava o esquema como cobrava diretamente a devolução dos salários dos assessores de seu gabinete. Segundo Andrea Siqueira Valle, ex-cunhada de Bolsonaro, o então deputado federal demitiu o irmão dela porque ele não estaria cumprindo o combinado de devolver o valor acertado.
Leia a nota da Secom, na íntegra:
Considerando que não tivemos acesso à íntegra das gravações divulgadas pelo UOL, mas apenas a trechos fora de contexto, sem mais informações sobre data e hora, não há como nos manifestar. A construção da narrativa, tal qual feita pelo UOL, por meio da divulgação de trechos sem contextualização cronológica parecem ter como intuito induzir o leitor/expectador (sic) a conclusões precipitadas por carecer de contexto.
SECOM
Inscreva-se no canal de cortes da TV 247 e saiba mais:
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247