PGR não vê indícios para investigar Bolsonaro por suspeitas de corrupção no MEC

A PGR não vai tomar nenhuma providência de investigação contra o chefe de governo

Lindôra Araújo
Lindôra Araújo (Foto: Reprodução)


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247 - A Procuradoria-Geral da República (PGR) informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira, 19, que não vê indícios a respeito de Jair Bolsonaro dentro do inquérito aberto para apurar suspeitas envolvendo a atuação de dois pastores na liberação de recursos do Ministério da Educação. A PGR não vai tomar nenhuma providência de investigação contra o chefe de governo.

"Se a mera citação de autoridade com foro prerrogativa por função pelo investigado não é suficiente para atrair a competência do Supremo Tribunal Federal, depreende-se que tal situação tampouco é capaz de imputar àquele a condição de investigado", diz a PGR, no documento assinado pela vice-procuradora-geral da República, Lindôra Maria Araújo.

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A manifestação foi encaminhada à ministra Cármen Lúcia, do STF. Em março, ela havia determinado o pronunciamento da PGR sobre quais providências de investigação seriam tomadas a respeito de Bolsonaro.

A PGR argumenta que, "caso surjam indícios de sua participação nos fatos no decorrer das apurações, aquela autoridade poderá eventualmente passar a integrar o polo passivo do procedimento investigatório, o que, até este momento, não ocorreu".

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Segundo Lindôra, "a existência de um sistema especial de responsabilização do Presidente da República" funciona como "um dos fatores da fundamental estabilidade política, de forma que a sua utilização há de ocorrer parcimoniosamente, sob pena da sua banalização e do risco à independência e à harmonia entre os Poderes". (Com informações do jornal O Globo). 

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