PGR investiga Léo Índio, primo de filhos de Bolsonaro, por atos do 7 de setembro

Léo Índio, muito próximo de Carlos Bolsonaro, virou alvo após postar em redes sociais uma campanha de arrecadação visando as manifestações que atacaram as instituições da República no dia 7 de setembro

(Foto: Reprodução | Isac Nóbrega/PR)


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247 - Primo dos filhos de Jair Bolsonaro, Léo Índio está sendo investigado em inquérito aberto pela Procuradoria-Geral da República (PGR) para apurar a organização e o financiamento dos atos bolsonaristas em 7 de setembro, além de ataques a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Ele virou alvo após postar em redes sociais uma campanha de arrecadação visando as manifestações que atacaram as instituições da República, divulgando contas para doação de criptomoedas que ajudassem a financiar os atos. As publicações foram bloqueadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF.

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Moraes acatou um pedido da subprocuradora-geral Lindôra Araújo, que solicitou autorização para que Índio prestasse depoimento. Moraes ordenou que Facebook, Instagram, Youtube e Twitter bloqueassem as contas dele, que é muito próximo do primo Carlos Bolsonaro.

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