PGR de Aras não vê 'elementos mínimos' para investigar presença de Carlos Bolsonaro na comitiva à Rússia

A PGR disse que aguarda uma posição do Palácio do Planalto para dar um parecer definitivo

(Foto: Alan Santos/PR)


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247 - Cobrada a se posicionar, a Procuradoria-Geral da República (PGR), comandada por Augusto Aras, se manifestou sobre o pedido para investigar a presença do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) na comitiva presidencial à Rússia. O pedido de investigação também se estende contra o assessor Tércio Arnaud. 

Segundo o Estado de S. Paulo, a PGR afirmou não ver ‘elementos mínimos’ que justifiquem a apuração, mas disse que aguarda uma posição do Palácio do Planalto para dar um parecer definitivo.

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A manifestação, enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF), é assinada pela subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo. Ela disse não ver ‘plausibilidade jurídica’ para abrir uma investigação sobre o caso e argumentou que a manifestação do Planalto é necessária para 'melhor esclarecimento da situação jurídica reportada'.

O pedido de investigação foi feito pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) no inquérito das milícias digitais.

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