PF investiga esquema de compra de medidas provisórias pela Amil para redução bilionária de dívidas

O esquema, que tem o ex-deputado Eduardo Cunha (MDB-RJ) como um dos citados, teria reduzido uma dívida tributárias dos planos de saúde na ordem de R$ 36,5 bilhões

Eduardo Cunha
Eduardo Cunha (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)


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247 - Um esquema de compra de medidas provisórias no Congresso Nacional capitaneado pela Amil, operadora de plano de saúde médicos e hospitalares, entre 2011 e 2013, está sob investigação da Polícia Federal.

O esquema teria reduzido uma dívida tributárias dos planos de saúde na ordem de R$ 36,5 bilhões, segundo cálculos do antigo Ministério da Fazenda.

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Por meio do suposto pagamento de propina a parlamentares, dentre eles o então deputado Eduardo Cunha (MDB-RJ), a Amil teria obtido a aprovação de emendas que diminuíram de forma bilionária os valores de tributos pagos à União pelo setor de planos de saúde. 

De acordo com reportagem do jornal O Globo, as evidências surgiram a partir da apreensão dos e-mails do advogado Vladimir Spíndola, alvo de uma das fases da Operação Zelotes. Nessas conversas, o advogado e os representantes da Amil citam nomes de parlamentares que participam das tratativas.

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