PF cruzará dados apreendidos de empresários com os de financiadores de atos de 7 de Setembro
A PF quer investigar se empresários bolsonaristas teriam bancado manifestações favoráveis a um golpe
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247 - A Polícia Federal (PF) quer investigar se existe relação entre as trocas de mensagens em celulares apreendidos durante uma operação nessa terça-feira (23), e o financiamento dos protestos favoráveis a um golpe que aconteceram em 7 de Setembro de 2021 e em 2022. Investigadores fizeram nesta terça uma ação policial contra empresários bolsonaristas que defenderam um golpe de Estado no Brasil se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ganhar a eleição em outubro.
De acordo com informações divulgadas nesta quarta-feira (24) pela CNN Brasil, a PF investigará se empresários bolsonaristas teriam bancado as manifestações favoráveis a um golpe, com o fechamento do Supremo Tribunal Federal e do Congresso Nacional.
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A PF investiga nomes como Afrânio Barreira Filho (do Grupo Coco Bambu), Luciano Hang (dono das lojas Havan), José Isaac Peres (dono da gigante de shoppings Multiplan) e outros cinco empresários.
O ministro do Supremo Alexandre de Moraes autorizou a ação da PF nesta terça. Mensagens indicaram que o procurador-geral da República, Augusto Aras, conversou com empresários bolsonaristas.
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Em discurso de posse na Procuradoria em 2019, Aras homenageou o empreiteiro bolsonarista Meyer Nigri, fundador da Tecnisa e um dos investigados pela PF por defender um golpe.
Sobre a operação desta terça, o procurador criticou a atuação de Moraes. O ministro do STF desmentiu Aras e disse que a PGR foi informada sobre as investigações.
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