Pesquisa Quaest: Prisão de Milton Ribeiro e assédio na Caixa podem impactar mais do que aumento do Auxílio Brasil

Eleitores reagiram pior às denúncias relacionadas ao governo Bolsonaro (PL) do que aos benefícios eleitoreiros prometidos pelo atual chefe do executivo, analisa Thomas Traumann

Bolsonaro, Pedro Guimarães e Milton Ribeiro
Bolsonaro, Pedro Guimarães e Milton Ribeiro (Foto: ABr)


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247 - De acordo com a pesquisa Quaest publicada nesta quarta-feira (6), os recentes escândalos envolvendo o Governo Federal, como a prisão do ex-ministro Milton Ribeiro e as denúncias de assédio contra o ex-presidente da Caixa Pedro Guimarães podem ter um impacto maior nas eleições do que o reajuste do Auxílio Brasil e o subsídio para caminhoneiros, ambos prometidos por Jair Bolsonaro (PL) na PEC Kamikaze. A informação foi destacada pelo analista Thomas Traumann no blog Pulso, do jornal O Globo.

A pesquisa questionou aos eleitores sobre como tais eventos poderiam influenciar na opção de votar em Bolsonaro em outubro. Mesmo com o apoio de eleitores bolsonaristas às medidas apresentadas pelo governo, a maior parte dos consultados apresentou rejeição aos escândalos e não se mostrou suficientemente empolgada com os 'benefícios'. Confira os dados:

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Prisão do ex-ministro da Educação por corrupção:

  • Aumenta chances de voto em Bolsonaro: 10%
  • Diminui chances de voto em Bolsonaro: 43%

Denúncias de assédio sexual na Caixa Econômica Federal:

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  • Aumenta chances de voto em Bolsonaro: 11%
  • Diminui chances de voto em Bolsonaro: 39%

Aumento do Auxílio Brasil para R$ 600:

  • Aumenta chances de voto em Bolsonaro: 11%
  • Diminui chances de voto em Bolsonaro: 30%

Demissão do presidente da Petrobras:

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  • Aumenta chances de voto em Bolsonaro: 20%
  • Diminui chances de voto em Bolsonaro: 29%

Criação do subsídio para caminhoneiros:

  • Aumenta chances de voto em Bolsonaro: 26%
  • Diminui chances de voto em Bolsonaro: 22%

Redução do ICMS sobre combustíveis

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  • Aumenta chances de voto em Bolsonaro: 27%
  • Diminui chances de voto em Bolsonaro: 22%

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