Pecuária ilegal na Amazônia cresceu cerca de 22% no governo Bolsonaro

Entre novembro de 2018 e abril de 2020,o número de bovinos na região subiu de 125. 560 para 153. 566 animais. Expansão da atividade em áreas protegidas também atingiu terras indígenas

Gado em área queimada da Amazônia
Gado em área queimada da Amazônia (Foto: REUTERS/Ricardo Moraes)


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Revista Fórum - Dados da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia (Idaron), divulgados nesta quarta-feira (15) pela Anistia Internacional, mostram que houve uma forte expansão da pecuária bovina em áreas protegidas da região amazônica durante o governo Bolsonaro.

Entre novembro de 2018 e abril de 2020, de acordo com a agência do governo, o número de bovinos na região subiu de 125. 560 para 153. 566 animais, o que representa cerca de 22% apenas neste período.

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A expansão da pecuária em áreas protegidas também atingiu terras indígenas na Amazônia, que perderam 497 km² de floresta entre agosto de 2018 e julho de 2019, um aumento de 91% em relação ao período anterior.

Leia a íntegra na Fórum. 

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