Pazuello pede restrição de exportação de seringas e agulhas

A justificativa é de que o sistema de saúde necessitará de um acréscimo de 100% na demanda pelos insumos, com a inserção da vacina contra a doença no Plano Nacional de Imunização

Eduardo Pazuello
Eduardo Pazuello (Foto: REUTERS/Adriano Machado)


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247 - Depois de fracassar no pregão de compra de seringas e agulhas para a imunização da Covid-19, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, encaminhou pedido para o Ministério da Economia para que a pasta restrinja a exportação de insumos necessários para a vacinação, como agulhas e seringas.

O ministério abriu pregão e das 331 milhões de unidades de agulhas e seringas que tinham a intenção de comprar, apenas conseguiu oferta para adquirir 7,9 milhões, ou seja, cerca de 2,4% do total de unidades que precisava para iniciar a vacinação da população brasileira

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Agora, no pedido de Pazuello o ministério usa como base o decreto assinado por Jair Bolsonaro em junho do ano passado que dispõe sobre a proibição de exportação de produtos médicos, hospitalares e de higiene essenciais ao combate à pandemia de Covid-19 no país e pede que seringas e agulhas sejam incluídas no rol de produtos com exportação vetada durante a emergência de saúde pública, para que não haja “prejuízo do Plano de Vacinação” contra a doença no país.

De acordo com reportagem da coluna Radar, da revista Veja, a justificativa para a solicitação envolve a previsão de que o sistema de saúde necessitará de um acréscimo de 100% na demanda pelos insumos, com a inserção da vacina contra a doença no Plano Nacional de Imunização, o PNI. 

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