Para Mandetta, ataque hacker ao Ministério da Saúde tem ligação com movimento antivacina bolsonarista
Em entrevista, ex-ministro isentou presidente, mas disse que discurso contra a vacina infla a ala mais radical que quer "agradar" Bolsonaro
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Metrópoles - O ex-ministro da Saúde Henrique Mandetta (DEM) acredita haver ligação entre o recente ataque hacker ao banco de dados do Ministério da Saúde e o movimento liderado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) contra o uso de vacinas da Covid-19. Um dos nomes ventilados a integrar a chapa para disputar o Palácio do Planalto no ano que vem, o ex-deputado federal afirmou que a politização do tema é “perigosa” e pode levar a esse tipo de consequência.
“Esse tipo de discurso é tão perigoso que essa semana teve lá um ataque de hacker no site do Ministério da Saúde para sequestrar os dados sobre a vacina. Vamos deixar isso bem claro: isso é terrorismo sanitário. Porque, se você perder toda a massa vacinal do seu registro, você não tem como gerar uma política pública eficaz, você aumenta a chance da doença, e esse terrorismo é feito porque algum hacker, achando que estava alegrando o presidente. Foi lá e falou: ‘Vou fazer esse movimento aqui que é pra minar esse esforço para aqueles que querem o mínimo, que é ter um documento sobre o seu histórico vacinal”, disse.
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