ONU recomenda fim de Justiça Militar para crimes de policiais no Brasil

O Comitê da ONU sobre Desaparecimentos Forçados defendeu que “como questão de princípio, todos os casos de desaparecimento forçado devem ser tratados somente pelas autoridades civis" e recomendou que o Brasil "tome rapidamente as medidas necessárias para garantir que a investigação e o processo dos casos de desaparecimento forçado sejam expressamente excluídos da competência dos tribunais militares"

No sacolão, um dos mortos vai para o camburão
No sacolão, um dos mortos vai para o camburão (Foto: Reprodução)


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247 - O Comitê da ONU sobre Desaparecimentos Forçados recomendou que agentes do estado, civis ou militares, que cometam algum crime não podem ser julgados por tribunais militares, segundo coluna de Jamil Chade, no Uol.

“Na semana passada, o governo brasileiro de Jair Bolsonaro foi examinado pelo Comitê, numa sessão que deixou os membros do organismo chocados com a atitude que chegou a ser qualificada de ‘arrogante’ por parte de certos membros da delegação brasileira”, informa o jornalista.

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O Comitê da ONU lamentou a postura adotada pelo governo, cobrou mudanças profundas e criticou a reação das autoridades em Brasília.

“Trata-se de uma das primeiras conclusões formais de um órgão da ONU durante o atual governo, aprofundando o mal-estar internacional em relação ao Brasil”, escreve Chade.

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O Comitê defendeu que “como questão de princípio, todos os casos de desaparecimento forçado devem ser tratados somente pelas autoridades civis" e recomendou que o Brasil "tome rapidamente as medidas necessárias para garantir que a investigação e o processo dos casos de desaparecimento forçado sejam expressamente excluídos da competência dos tribunais militares".

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