OAB pede ao Supremo que libere vacina com base em aprovação de entidades sanitárias internacionais

De acordo com a OAB, como a Anvisa não aprovou vacina alguma, o governo Jair Bolsonaro aproveitou para postergar a apresentação "plano detalhado e factível" para imunização da população. Entidade quer autorização da vacina no Brasil com base em aprovação de instituições sanitárias internacionais

Felipe Santa Cruz
Felipe Santa Cruz (Foto: Reprodução)


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247 - A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), presidida por Felipe Santa Cruz, entrará nesta segunda-feira (14) com liminar no Supremo Tribunal Federal (STF) para que o ministro Ricardo Lewandowski autorize a compra de vacinas com base em aprovação de entidades sanitárias internacionais. A informação foi publicada pela Revista Forum. 

De acordo com a OAB, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não aprovou vacina alguma, o governo Jair Bolsonaro aproveitou para postergar a apresentação "plano detalhado e factível" para imunização da população. "A ausência de registro no órgão regulador nacional tem sido utilizada como subterfúgio, pelo Ministério da Saúde, para se furtar a apresentar um plano detalhado e factível de vacinação da população brasileira", diz a entidade. 

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