“Ninguém nesse mundo demonstrou mais responsabilidade fiscal do que nós", afirma Lula
"O Brasil foi único país do G-20 que fez superavit primário durante os mandados meu e da Dilma. Único do mundo”, afirmou o ex-presidente em coletiva à imprensa internacional
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247 - Em coletiva à imprensa internacional em São Paulo, o ex-presidente Lula (PT) reforçou o compromisso com a responsabilidade fiscal em um eventual novo mandato, relembrando índices dos seus governos que apontam êxito em manter o país em condições orçamentárias saudáveis.
“Ninguém nesse mundo demonstrou mais responsabilidade fiscal do que nós. O Brasil foi único país do G-20 que fez superavit primário durante os mandados meu e da Dilma. Único do mundo”, afirmou Lula.
O presidenciável petista ponderou que a atual situação do país é desafiadora, dados os altos índices de inflação, juros, desemprego, entre outros, mas que já enfrentou cenários semelhantes no passado: “Para mim, não é novidade pegar Brasil com inflação alta, nós já pegamos uma vez com 12%, ou com juros altos, porque em 2003 os juros estavam 24%, e para mim não é novidade altas taxas de desemprego, porque em 2003 o Brasil tinha 12 milhões de desempregados.”
“Nós vamos gerar muito emprego. Nós temos várias formas de fazer isso. Eu queria dizer para vocês que o Brasil precisa de três coisas, são palavras, que, na minha experiência de governo são quase mágicas. O país precisa de um governo que tenha credibilidade, estabilidade e a previsibilidade. As pessoas precisam saber o que vai acontecer no país à luz do dia”, declarou Lula.
O ex-presidente, então, revelou parte de seu planejamento para aumentar a geração de empregos e retomar o crescimento econômico: “O Estado brasileiro vai ter que fazer um grande investimento em obras públicas. Precisa ser indutor desse investimento para que ele motive a iniciativa privada a acreditar que o governo está falando sério. Porque se o governo falar e não acontecer, nenhum empresário vai fazer investimento. Então, o pontapé inicial tem que ser dado pelo governo.”
"Quando ganhamos as eleições em 2003, na teoria econômica muita gente dizia que o Brasil estava quebrado, dizia que o Brasil não tinha jeito, muita gente dizia: pobre Lula, ganhou um país que ele não vai poder governar. E acredito que a seriedade de um presidente, a credibilidade que ele construiu junto à sociedade e aos empresários é que vai permitir que as coisas comecem a acontecer de forma positiva. Nós conseguimos mostrar isso, conseguimos pegar um país quebrado, conseguimos entregar um país crescendo 7,5% ao ano, conseguimos entregar, crescendo no comércio varejista quase 13% ao ano, conseguimos entregar, antes do golpe de 2016, 4,5% de desemprego, o menor desemprego que já teve na história do país”, ressaltou.
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