Na gestão de Salles, Ibama deixa de gastar R$ 48,8 milhões em ações contra desmatamento

Inimigo do meio ambiente, Salles deixou de gastar R$ 48,8 milhões de um programa destinado exclusivamente para ações para reduzir a destruição da floresta amazônica

(Foto: Divulgação)


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247 -  Apesar dos constantes pedidos de recursos estrangeiros para financiar o combate ao desmatamento na Amazônia feitos pelo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), deixou de gastar R$ 48,8 milhões de um programa destinado exclusivamente para ações para reduzir a destruição da floresta amazônica. O dinheiro, que já estava liberado, fazia parte de um projeto cuja validade expirou no início de abril. Para não perder os recursos, o Ibama teve de pedir uma prorrogação do prazo do projeto. A reportagem é do jornal O Globo. 

Segundo a reportagem, os R$ 48,8 milhões que o Ibama deixou de gastar se referem a um total de R$ 140 milhões do Projeto de Fortalecimento do Controle e do Monitoramento Ambiental para o Combate ao Desmatamento Ilegal na Amazônia (Profisc 1-B). O dinheiro faz parte dos recursos do Fundo Amazônia e foi aprovado e liberado para uso em abril de 2018 com um prazo de três anos para ser gasto. O prazo venceu no dia 5 de abril deste ano.

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De acordo com o painel de monitoramento do programa, apesar do aumento nas taxas de desmatamento na Amazônia e das constantes reclamações de restrições orçamentárias feitas por Salles, o Ibama só usou 65% do total previsto, em torno de R$ 91,4 milhões, deixando um saldo de R$ 48,8 milhões ocioso. Os recursos usados pagaram pelo aluguel de aeronaves e viaturas em operações de combate ao desmatamento.

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