Na ditadura, militares defenderam vacinação para controlar epidemia, diferente de Bolsonaro

O PNI nasceu impulsionado pela epidemia de meningite, que o governo se esforçou para esconder

Ministro Paulo Almeida Machado inicia vacinação contra meningite em Niterói, em janeiro de 1975
Ministro Paulo Almeida Machado inicia vacinação contra meningite em Niterói, em janeiro de 1975 (Foto: Agência Nacional/Arquivo Nacional)


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247 - Até os militares da ditadura vacinavam crianças. Eles criaram o PNI (Programa Nacional de Imunizações) em 1973, e o instituíram como lei em 1975. O programa é a política pública mais importante para controle e erradicação de doenças infecciosas no Brasil nas últimas quatro décadas.

O PNI nasceu impulsionado pela epidemia de meningite, que o governo se esforçou para esconder. Contudo, eles apostaram na imunização e expandiram o programa para outras doenças. 

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Hoje, o PNI é modelo mundial e distribui 300 milhões de doses de imunizantes todos os anos, sem contar os da Covid-19. 

"Com a epidemia de meningite, vimos que o Brasil tinha um sistema de vigilância muito fraco, e notou-se que era preciso ter um sistema mais organizado e de uma estratégia para vacinar toda a população. Ali se elaborou a criação da lei do PNI, em 1975, que previa a organização do sistema de com a definição de que as vacinas quem seria a responsabilidade de cada ente", lembra José Cássio de Moraes, ex-professor de ciências médicas da Santa Casa de São Paulo e que participou da criação do projeto de lei do PNI. (Com informações do UOL). 

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