MST reage a ataque de Tarcisio Freitas: “São Paulo precisa de um governador que tenha coragem para banir a fome e o desemprego”
Em evento voltado a empresários do agronegócio, ex-ministro e candidato ao governo de São Paulo disse que é o MST deveria ser "banido do Brasil"
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247 - O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) reagiu aos ataques do ex-ministro e candidato de Bolsonaro ao governo de São Paulo, Tarcisio Freitas (Republicanos), contra o movimento. Durante a abertura de um evento da Associação Comercial de Presidente Prudente, nesta terça-feira (26), o ex-ministro disse que o MST deveria ser "banido do Brasil", informa o site Ultimo Segundo.
Em nota, assinada pelo coordenador nacional do MST, João Paulo Rodrigues, o movimento destacou a sua importância no contexto social para diminuir as desigualdades.
"O nosso movimento luta pela reforma agrária, trabalha pela melhoria de vida das famílias de agricultores e para produzir alimentos saudáveis para o povo. O estado de São Paulo precisa de um governador que tenha coragem para banir a fome e o desemprego, a desigualdade social, a concentração de renda e o latifúndio, e a intolerância, o autoritarismo e o discurso de ódio. Se o candidato quiser, podemos dar uma aula sobre a vida no interior de São Paulo. Temos escolas em todas as regiões do estado e podemos indicar algum curso para iniciantes no território paulista", diz a nota.
O ataque de Freitas ao MST aconteceu após um comerciante do Pontal do Paranapanema, região pobre do extremo oeste do estado, fazer um pedido por maior desenvolvimento econômico à localidade para que ela deixasse de ser considerada "a região dos sem-terra e dos presídios".
Em nota a assessoria do Republicanos disse que "Tarcísio defende o fortalecimento do agro, que é uma força motora do estado de São Paulo, e isso passa por proteger a propriedade privada".
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