MPF recorre e pede afastamento imediato de Silvinei Vasques
Vasques responde na Justiça por improbidade administrativa por pedir votos para o então candidato à reeleição, Jair Bolsonaro
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247 - O Ministério Público Federal (MPF) recorreu ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) e pediu o afastamento imediato do diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o bolsonarista Silvinei Vasques.
Nesta sexta-feira (25/11), a Justiça tornou réu Vasques por improbidade administrativa por pedir votos para o então candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), segundo o Metrópoles.
O juiz José Arthur Diniz Borges deu 30 dias para que Vasques se manifeste. Ele, no entanto, não decidiu sobre o afastamento pelo período de 90 dias porque o diretor-geral está de férias até o início de dezembro.
Para o MPF, Vasques deve ser afastado porque o cargo de diretor da PRF extrapola o ambiente físico de trabalho.”O diretor-geral não deixa de ser diretor-geral porque está em férias; não deixa de ter ascendência sobre seus comandados, especialmente numa organização policial fardada; não deixa de ter o poder de causar temor reverencial”.
"Deve-se estar atento, ainda, que no patamar tecnológico em que nos encontramos, as relações de poder desenvolvem-se não apenas nos espaços físicos de convivência, mas também, quiçá com mais vigor, nos ambientes digitais das redes sociais e privadas", complementa.
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