Mourão prega "isonomia" para defender que Bolsonaro deponha por escrito em inquérito
O vice-presidente lembrou o caso em que o ex-presidente Michel Temer depôs por escrito, mas na condição de testemunha, e não de investigado, como é o caso de Bolsonaro. "Isonomia no tratamento. Acho que é isso que tem que ser colocado"
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247 - O vice-presidente, Hamilton Mourão, disse nesta quinta-feira (24) entender que Jair Bolsonaro pode prestar depoimento por escrito no inquérito que investiga uma possível interferência na Polícia Federal.
Ao ser questionado sobre o voto do ministro do STF Marco Aurélio, também a favor do depoimento por escrito, Mourão lembrou quando o ex-presidente Michel Temer realizou oitiva da mesma maneira. O diferente neste caso, entretanto, é que Temer falou na condição de testemunha de uma investigação, enquanto Jair Bolsonaro está na condição de investigado.
“O ministro Marco Aurélio já explicitou o voto dele, então vamos aguardar a decisão do STF. Mas na minha visão, eu julgo que o presidente pode optar por fazer o depoimento dele por escrito. É uma questão da forma que está sendo tratado. Vamos lembrar que no caso do presidente Temer, o presidente Temer era testemunha, sei lá! Já nem me lembro mais o que ele era, mas depôs por escrito. Então é o mesmo tratamento. Isonomia no tratamento. Acho que é isso que tem que ser colocado”, falou.
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