Mourão defende investigação e punição para 'erros' da PRF na morte de Genivaldo em 'câmara de gás'
Genivaldo de Jesus, de 38 anos, foi parado por agentes da Polícia Rodoviária Federal em Sergipe, na quarta-feira (25), e acabou morto
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Metrópoles - Na primeira manifestação sobre o tema, o vice-presidente Hamilton Mourão (Republicanos) disse, na manhã desta terça-feira (31/5), que “se erros foram cometidos, que sejam apurados e punidos”, durante a abordagem que resultou a morte de Genivaldo de Jesus Santos, de 38 anos, por asfixia, depois de uma abordagem de agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Sergipe.
Questionado sobre a fala do presidente Jair Bolsonaro (PL), de segunda-feira, na qual o mandatário disse “lamentar” o caso e “esperar que a justiça seja feita”, Mourão disse que corrobora com a visão do chefe do Executivo.
“O presidente deixou clara ali a nossa visão, se erros foram cometidos, que sejam apurados e punidos na forma da lei. É assim que funciona”, falou Mourão a jornalistas.
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