Mortes por síndrome respiratória disparam mais de 13 vezes em meio à pandemia, mostram cartórios

De acordo com número do Portal da Transparência da Central Nacional do Registro Civil, de 1º de janeiro até esta terça-feira foram registradas 8.086 mortes por SRAG em todo o país, contra 595 de 1º de janeiro a 9 de junho de 2019

Manaus – Cemitério Público Nossa Senhora Aparecida
Manaus – Cemitério Público Nossa Senhora Aparecida (Foto: Alex Pazuello/Semcom)


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Reuters - O número de mortes que tiveram como causa a síndrome respiratória aguda grave (SRAG) dispararam mais de 13 vezes desde o início deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado, mostraram dados de cartórios, que também apontaram crescimento de 12% no número de pessoas que morreram em casa.

Os aumentos desses números acontecem em meio à pandemia de Covid-19, doença respiratória causada pelo novo coronavírus, que já matou mais de 37 mil pessoas no Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde.

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De acordo com número do Portal da Transparência da Central Nacional do Registro Civil, de 1º de janeiro até esta terça-feira foram registradas 8.086 mortes por SRAG em todo o país, contra 595 de 1º de janeiro a 9 de junho de 2019.

Ainda de acordo com os dados dos cartórios, foram registrados até o momento neste ano 96.654 mortes em casa, contra 86.309 no mesmo período de 2019. Os dados apontam ainda que, das pessoas que morreram em casa, 999 foram diagnosticadas com Covid-19 e 566 com SRAG.

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Os dados do registro civil até esta terça são parciais, pois os cartórios têm um prazo para inserir seus números na plataforma, que é resultado de uma resolução do Conselho Nacional de Justiça.

Por Eduardo Simões

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