Moro, que recebeu R$ 1,7 milhão de salário de empresa nos EUA, diz que "jamais enriqueceu"
A afirmação do pré-candidato do Podemos foi para responder as declarações do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Trinunal Federal
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247 - Depois de quebrar o país com a Lava Jato, aplicando o lawfare para perseguir o ex-presidente Lula, impulsionar a eleição do Bolsonaro, deixar a magistratura para integrar o Ministério da Justiça do governo de extrema-direita e, após deixar o governo para ser sócio-diretor da consultoria nos EUA chamada Alvarez & Marsal (A&M) ganhando R$ 1,7 milhão de salário, , empresa administra a quebra a Odebrecht e OAS, empreiteiras que ajudou a quebrar, Sergio Moro afirma: ‘jamais enriqueci como juiz, ministro ou no setor privado’.
A afirmação do pré-candidato do Podemos foi dada à revista Veja em tom de propaganda para responder as declarações do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Trinunal Federal.
Em conversa com interlocutores, segundo a revista Veja, Gilmar ironizou o conluio formado entre Moro e Dallagnol para manipular processos da Lava Jato e perseguir o ex-presidente Lula. “Moro e o Deltan estão convertendo a união estável em casamento”, disse o ministro do STF, um dos mais críticos da Lava Jato na Suprema Corte. Moro foi considerado juiz parcial esuspeito nos julgamento do STF dos processo contra o ex-presidente Lula.
“Sobre a nota publicada na coluna Radar, não acredito que um ministro do Supremo Tribunal Federal, cujos pares foram tantas vezes vítimas de Fake News, possa estar praticando o mesmo método que, aliás, faz parte de um inquérito na Corte. A despeito de ser ou não verdadeira a informação sobre a autoria das inverdades, é importante destacar que jamais enriqueci como juiz concursado, como Ministro da Justiça ou mesmo no setor privado. Após deixar o ministério, atuei como consultor de uma empresa privada internacional, porque o trabalho era lícito, com remuneração de mercado e absolutamente honesta. Meu trabalho, aliás, era auxiliar empresas a criar sistemas para prevenir casos de corrupção, fraudes corporativas e assédio sexual e, dessa forma, incentivá-las a fazer a coisa certa", disse Moro por meio de nota à revista Veja.
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