Moro diz em seu livro que Bolsonaro titubeou sobre transferir líderes do PCC
O ex-juiz parcial foi ministro do atual governo, mas tinha se afastado de Jair Bolsonaro. Agora, nas eleições, voltou atrás
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247 - Ex-ministro de Jair Bolsonaro (PL), governo que ajudou ao prender o ex-presidente Lula (PT) ilegalmente, o ex-juiz parcial Sergio Moro (União Brasil) tinha se afastado do governo após fazer uma série de denúncias, acusando, por exemplo, o presidente de buscar interferir na Polícia Federal para poupar aliados e familiares.
No entanto, durante as eleições, buscando se aproveitar da onda bolsonarista, Moro se reconciliou com seu antigo desafeto.
Ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, em seu livro, alegou que Bolsonaro titubeou em transferir para presídios federais lideranças criminosas do Primeiro Comando da Capital (PCC). Segundo ele, Bolsonaro chegou a cancelar a transferência da cúpula do PCC, mas a decisão foi revista depois.
No livro, Moro alega que Bolsonaro temia ser responsabilizado pelas consequências de possíveis ataques nas ruas, como ocorreu em 2006, em retaliação ao isolamento de criminosos da facção.
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