Moro busca MBL e nomes ligados a Huck para ampliar grupo político em 2022
Condenado pelo STF por conta da parcialidade contra o ex-presidente Lula, ex-juiz tenta trazer para perto bases "lavajatistas", incluindo grupos que lideraram as manifestações pelo golpe contra Dilma Rousseff, como o MBL
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247 - Prestes a se filiar ao Podemos, o ex-juiz Sérgio Moro atua nos bastidores para formar um grupo político que apoie a sua possível candidatura ao Palácio do Planalto. O ex-ministro da Justiça tenta trazer para perto bases "lavajatistas", incluindo grupos que lideraram as manifestações pelo golpe contra Dilma Rousseff, como o Vem Pra Rua e o Movimento Brasil Livre (MBL). A informação foi publicada pelo jornal O Estado de S.Paulo.
Porta-voz do MBL, Adélia Oliveira resolveu manifestar apoio ao ex-juiz, condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por causa da parcialidade contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Precisamos de um nome viável para unir a terceira via. O nome do Moro vai além do lavajatismo. Ele tem preocupações sociais e com a estabilidade econômica. Estar com Moro é uma possibilidade. Podemos convergir no ano que vem", disse.
Com a saída do apresentador Luciano Huck da disputa presidencial, o ex-ministro pretende passar a imagem de "outsider" da eleição.
Moro tenta construir pontes com economistas e teve diálogos com quadros que eram próximos ao apresentador da TV Globo, como Armínio Fraga. Quem também está na mira do ex-juiz é Persio Arida.
Presidente do Cidadania, Roberto Freire afirmou que, "neste processo, uma das coisas que eu defendo é que não tem que ter nenhum veto a nenhum pré-candidato, a nenhuma força política que queira trabalhar pela unidade. Se ele procurar, claro, vamos dialogar". Freire era um dos interlocutores próximos de Huck.
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