Moraes prorroga inquérito que investiga Bolsonaro por relacionar vacina contra a Covid à Aids
Ministro do STF Alexandre de Moraes prorrogou por mais 60 dias o inquérito da PF sobre a disseminação da fake news por Jair Bolsonaro durante uma live no ano passado
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247 - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes atendeu a um pedido da Polícia Federal (PF), e prorrogou, por mais 60 dias, o inquérito que investiga a fake news em que Jair Bolsonaro (PL) associou a vacina contra a Covid-19 e a infecção pela Aids durante uma transmissão ao vivo pela internet. A vice-procuradora-Geral da República, Lindôra Maria Araújo, também se posicionou de forma favorável à prorrogação das investigações.
Segundo o Metrópoles, um relatório da PF aponta a existência de indícios de que Bolsonaro e um de seus auxiliares cometeram crimes durante a live, transmitida no dia 21 de outubro de 2021 por meio das redes sociais ao disseminarem informações falsas associando a vacinação contra o coronavírus e a Aids. Em agosto, a delegada da Polícia Federal F Lorena Lima Nascimento pediu a Moraes autorização para tomar o depoimento de Bolsonaro no inquérito.
Ao se posicionar pela prorrogação do inquérito, a vice-procuradora-geral Lindôra Araújo destacou a relevância das investigações “para subsidiar a análise e deliberação pela Procuradoria-Geral da República, visto que proporcionarão melhor detalhamento sobre o cenário fático e suas circunstâncias, notadamente com as razões e eventuais novos elementos de prova a serem apresentados pelo Presidente da República a respeito dos fatos investigados, nos termos do artigo 85 da Instrução Normativa DF/PF n. 108/20163 . Ante o exposto, o Ministério Público Federal manifesta-se favoravelmente à nova prorrogação do prazo por 60 (sessenta) dias, para o cumprimento das referidas diligências”.
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