Ministro dos Transportes, Renan Filho, diz ter “plano de ataque” para os primeiros 100 dias do governo Lula
"Lula conseguiu aprovar a PEC da transição antes de estar à frente do governo e isso vai possibilitar ampliação dos recursos para que possamos fazer investimento", disse o ministro
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247 - O ex-governador de Alagoas e ministro dos Transportes, Renan Filho, afirmou que está elaborando um “plano de ataque” para os primeiros 100 dias do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, o pacote prevê uma maior capacidade de investimentos, além de garantir que diversos Estados recebam recursos ao mesmo tempo.
“O presidente Lula conseguiu aprovar a PEC da transição antes de estar à frente do governo e isso vai possibilitar ampliação dos recursos para que possamos fazer investimento”, disse Renan Filho. Ele também disse que tentará avançar com o projeto da Ferrogrão.
“A Ferrogrão está com um probleminha no Supremo Tribunal Federal (STF) e vamos trabalhar para tentar soltar a Ferrogrão, que é uma das mais importantes para escoar a produção do Brasil em direção ao oceano Atlântico”, disse o ministro em referência aos questionamentos feitos por ambientalistas, lideranças indígenas e pelo Ministério Público acerca do projeto.
Renan Filho também afirmou que será necessário um “esforço concentrado” para recuperar a malha rodoviária brasileira. “Vamos fazer um esforço concentrado nessa direção e vamos também nos esforçar desde o início para a reconstrução da nossa malha rodoviária que, em virtude dos últimos anos, com baixíssimos investimentos, receberam os menores investimentos da nossa história recente e estão muito deterioradas”.
De acordo com o ministro, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT)recebeu apenas R$ 2,5 bilhões em 2022 e outros R$ 2,5 bilhões no último dia do ano. “Isso demonstra uma falta de planejamento, mas os recursos serão aplicados no ano que vem e vamos melhorar o fluxo de caixa do Dnit para fazer chegar a todos os lugares e diminuir a desigualdade regional”, disse Renan, segundo a reportagem.
Ele também defendeu a formação de Parceria Público-Privadas (PPP),” assim como cobrança de cumprimento dos contratos, das concessões e observar pontualmente caso haja algum desequilíbrio”.
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