Ministro da Justiça diz que ainda vai analisar "o que pode ser feito e o que não pode" na extradição de Allan dos Santos
"É um assunto que vai ser tratado de uma forma técnica, observando os critérios legais, o que pode ser feito e o que não pode ser feito",afirmou o ministro da Justiça, Anderson Torres, sobre a extradição de Allan dos Santos dos EUA
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247 - O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou na semana passada que o Ministério da Justiça inicie o procedimento de extradição do blogueiro bolsonarista Allan dos Santos. Mas o ministro da Justiça, Anderson Torres, afirmou nesta quarta-feira (27) que fará uma análise "de forma técnica" da ordem de extradição.
Alexandre de Moraes também decretou a prisão preventiva de Santos, que está nos Estados Unidos.
A determinação de extradição tem que ser intermediada pelo Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), órgão do Ministério da Justiça.
"Assim que a ordem judicial chegar nós vamos fazer uma análise disso", disse Torres, em entrevista à rádio Jovem Pan que tinha a participação de Bolsonaro. "É um assunto que vai ser tratado de uma forma técnica, observando os critérios legais, o que pode ser feito e o que não pode ser feito", acrescentou.
Bolsonaro interrompeu questionando se o pedido de prisão foi feito pela Polícia Federal. "A Polícia Federal pediu a prisão de Allan dos Santos. É isso mesmo?", indagou.
O ministro confirmou, mas disse que ainda há uma "série de requisitos" a serem cumpridos e deu a entender que o ministério pode não acatar a decisão juciail.
"Houve uma representação da Polícia Federal, que foi acatada pelo Supremo Tribunal Federal. A gente está analisando os critérios e tudo que foi feito, porque independente da ordem de prisão existe uma análise técnica pelo Ministério da Justiça. Depois, o cadastramento disso dentro da Interpol tem uma série de requisitos ainda a serem cumpridos.
Allan dos Santos é investigado no inquérito das Fake News pelo STF. O pedido de prisão foi feito por ele ter continuado a articular ataques às instituições democráticas.
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