Ministério da Saúde desviou cloroquina para Covid e deixou programa de malária sem estoque

A Fiocruz teve que entregar às pressas a cloroquina adicional em janeiro. Tudo foi pago com recursos do SUS. O uso desse recurso na distribuição de cloroquina a pacientes com Covid-19 é ilegal

Eduardo Pazuello e Jair Bolsonaro
Eduardo Pazuello e Jair Bolsonaro (Foto: Reprodução)


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Revista Fórum - Dois milhões entre três milhões de comprimidos de cloroquina fabricados pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) para o combate à malária foram desviados pelo ministério da Saúde para o tratamento da Covid-19. O fato acabou deixando descoberto o programa nacional de controle da malária, com risco de desabastecimento da droga para esses pacientes a partir deste mês de março.

Por conta disso, o ministério precisou, em caráter de urgência, garantir mais 750 mil comprimidos de cloroquina, por meio de aditivo a uma parceria firmada com a Fiocruz.

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A Fiocruz entregou a cloroquina adicional em janeiro para não deixar o programa de malária sem a droga. O total é suficiente para quatro meses.

Leia a reportagem completa na Revista Fórum.

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