Militares recusam convite do TSE para participar de teste da urna eletrônica

Setores das Forças Armadas consideram que o sistema pode ter falhas e comprometer resultados das eleições em 2022

Fachada do TSE e urna eletrônica
Fachada do TSE e urna eletrônica (Foto: TSE | José Cruz/Agência Brasil)


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247 - Por considerar que o modelo atual de votação pode ter falhas e afetar o resultado das eleições em 2022, militares se recusam a participar de teste da urna eletrônica programado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

A avaliação dos militares é de que uma participação das Forças Armadas daria credibilidade ao teste e à segurança da urna, algo que tem sido contestado internamente. 

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É cada vez mais presente nas Forças Armadas a percepção de que o sistema de votação brasileiro é vulnerável a ataques externos e internos.

Uma breve manifestação nesse sentido já foi feita pelo general Heber Portella, representante da pasta na Comissão de Transparência das Eleições, durante a segunda reunião do colegiado no dia 4 de outubro, informa a CNN.

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Segundo fontes militares, ele manifestou algumas preocupações com o modelo atual de votação, refletindo o debate interno que as forças têm feito sobre o sistema eleitoral. 

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