Michel Gherman: "o negacionismo produz agenda política e mobilização, produz morte"

Na TV 247, professor da UFRJ afirma que “é claro que o negacionismo existe também na esquerda”, mas ele “sempre favorece a extrema direita”

(Foto: Reuters | Bianca Laurezano/Divulgação)


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247 - O negacionismo impulsiona uma agenda política, mobilização e mortes no Brasil atualmente. A afirmação é de Michel Gherman, professor e coordenador do Núcleo Interdisciplinar de Estudos Judaicos da UFRJ, que participou de debate sobre antissemitismo na TV 247, no Dia Internacional da Lembrança do Holocausto.

“É claro que o negacionismo existe também na esquerda”, mas a prática “sempre favorece a extrema direita”, destacou.

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A agenda do negacionismo é extremamente perigosa, segundo o professor. “Ela produz a ideia de que há donos da História, que podem mudar a História. Ela produz a ideia de que há pessoas que têm que desaparecer, a noção de que há grupos que degeneram”. 

Segundo Gherman, além de as ideias negacionistas serem perigosas, no final elas são sempre conservadoras e privilegiam a extrema direita. 

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