Mercado financeiro admite 3ª via falida e "avalia cenários" com Lula e Bolsonaro
Banqueiros, gestores e empresários acreditam em um segundo turno entre o ex-presidente Lula e Jair Bolsonaro, como mostram as pesquisas
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247 - A elite financeira e empresarial do Brasil vem acreditando cada vez menos na possibilidade de crescimento de um candidato da terceira via para disputar a eleição presidencial deste ano. De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, banqueiros, gestores e empresários agora apostam suas fichas na polarização entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva
(PT) e Jair Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno.
Segundo a reportagem, até setembro de 2021, os principais banqueiros do país ainda acreditavam na viabilidade de uma terceira via com o lançamento do governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB) como presidenciável. O vencedor das prévias tucanas, porém, foi o governador de São Paulo, João Doria.
A avaliação do mercado financiero é que o PSDB não conseguiu uma unidade partidária em torno de um único pré-candidato e também não conseguiu apontar um nome forte o suficiente “para fazer frente a Bolsonaro e Lula”.
O anúncio precoce do nome do ex-juiz Sergio Moro (Podemos), declarado parcial pelo Supremo Tribunal Federal (STF) nos processos contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Lava Jato, para disputar o pleito pelo Podemos também não animou os defensores da terceira via.
A avaliação é de que Moro “se precipitou em lançar-se como presidenciável e que sua estratégia com esse movimento, na verdade, mira uma vaga no Senado”.
Ainda segundo a reportagem, o comando das principais instituições financeiras do país ainda aguarda a virada do ano e a movimentação entre partidos. "Neste momento, o quadro aponta para uma decisão entre Lula e Bolsonaro, com o petista mais forte em termos de apoio, diante de uma avaliação de que ele estaria mais apto para construir um time no Ministério da Economia capaz de consertar os estragos que Bolsonaro realizou ao desacreditar seu ministro da Economia, Paulo Guedes”.
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