Mercadante defende 'New Deal' e 'Plano Marshall' para enfrentar crise do coronavírus
Hoje à frente da Fundação Perseu Abramo, o ex-ministro da Casa Civil e da Educação do governo Dilma, Aloizio Mercadante defende diálogo amplo e políticas públicas para enfrentar a crise do coronavírus. Sua receita é acordo político e injeção maciça de recursos públicos na economia
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247 - A Fundação Perseu Abramo (FPA), a instituição criada pelo PT em 1996 para pesquisa e formação política, é um dos centros elaboradores - tal como as fundações de outros partidos oposicionistas - de políticas públicas que acabaram se transformando na lei que estabelece o auxílio à população mais vulnerável para enfrentar a crise do coronavírus.
Agora comandada por Aloizio Mercadante, ex-ministro da Casa Civil e da Educação no governo Dilma Rousseff, a fundação vai se dedicar integralmente à formulação de políticas públicas e saídas para a crise, informa a jornalista Malu Delgado, do Valor Econômico.
Mercadante defende a continuidade do diálogo em curso com liberais e conservadores para enfrentar a covid-19. Mas não poupa críticas a Jair Bolsonaro.
Segundo Mercadante, o Brasil vive uma situação de fragilidade ímpar porque enfrenta agora quatro crises que se retroalimentam: a de saúde pública, a econômica, a financeira (que virá a seguir) e a política, com a instabilidade constante provocada por Bolsonaro, que ele considera ser um presidente com comportamento insano.
Na entrevista, Mercadante fala sobre o foco da FPA sob seu comando: discutir saídas emergenciais para a crise e, depois, propor alternativas de recuperação econômica. Ele assegura que há dois caminhos para mitigar os efeitos da catástrofe mundial provocada pelo coronavírus: “É New Deal agora e, na saída [quando se iniciar o processo de recuperação econômica], Plano Marshall”.
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