PSOL reage a ataques de Bolsonaro: "é motivo de orgulho que o genocida nos veja como inimigos"
"Bolsonaro acabou de dizer que, se o PSOL está de um lado, ele está do outro. É a primeira vez que concordo com ele. E seguiremos do lado oposto, com muito orgulho!", disse Guilherme Boulos, um dos principais nomes do partido na atualidade
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247 - O presidente do PSOL, Juliano Medeiros, e um dos principais nomes do partido na atualidade, o líder do MTST Guilherme Boulos, reagiram nesta segunda-feira (7) aos ataques de Jair Bolsonaro contra a sigla.
Comentando a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso que, em ação apresentada pelo PSOL, proibiu despejos em todo o país por causa da pandemia, Bolsonaro atacou a legenda, dizendo que ela tem "simpatizantes" na Justiça.
Medeiros afirmou ser motivo de orgulho ser o principal inimigo do "genocida" Bolsonaro. "Jair Bolsonaro já mostrou diversas vezes que vê o PSOL como um de seus principais adversários. Agora, acaba de atacar novamente o partido, graças à ação que proíbe os despejos e reintegrações durante a pandemia. Para nós é motivo de orgulho que o genocida nos veja como inimigos".
Na mesma linha, Boulos afirmou que os psolistas seguirão no lado oposto a Bolsonaro. "Bolsonaro acabou de dizer que, se o PSOL está de um lado, ele está do outro. É a primeira vez que concordo com ele. E seguiremos do lado oposto, com muito orgulho! Ele disse isso ao atacar o PSOL e o ministro Barroso pela decisão de suspender despejos na pandemia. Parabenizo novamente o ministro pela postura humanitária. De Bolsonaro não se espera outra coisa a não ser o descaso com a vida dos mais pobres".
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