Marcelo Rubens Paiva aponta novo crime de Bolsonaro: falsidade ideológica

Ao mostrar o resultado com o nome falso no exame de covid-19, Jair Bolsonaro ou Airton Guedes no dia 12/03/2020 para o Sabin Medicina Diagnóstica, Unidade do Hospital das Forças Armadas, ou Rafael Augusto Alves da Costa Ferraz do dia 17/03/2020 para o Sabin, Unidade SAAN, cometeu delito, escreve Marcelo Rubens Paiva

O escritor Marcelo Ruben Paiva
O escritor Marcelo Ruben Paiva


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247 - "Os três têm o mesmo CPF (453.178.287-91) e RG (3.032.827 SSP/DF). O verdadeiro Rafael Augusto Alves da Costa Ferraz tem 16 anos e mora no Distrito Federal. O Sabin disse que recebeu os codinomes do hospital. Pela ficha do laboratório, o adolescente teria nascido em 21/03/1955. A mesma data que o presidente. Ele é filho de uma major que frequenta o hospital"

Para o escritor, trata-se de uma farsa sem fim. "Para provar que o presidente não teve o covid-19, deveriam ter sido feitos os exames (relacionados a anticorpos) de sangue de sorologia IgA e IgG. Ele apresentou apenas o PCR, que prova que ele supostamente não estava excretando o vírus na data da coleta".

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"Mais. As médicas Stella Taylor Portella, Luiza Gomes Neta, e o técnico José Gastão da Cunha Neto (CRM-DF 11.924), não checaram os documentos de quem colhiam o material genético? Não perceberam que era o presidente das República, ou foram coagidos?"

O escritor aponta, em conclusão: Bolsonaro cometeu "crime de falsidade ideológica"

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Leia a íntegra.

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