Malafaia cobra "honestidade" de Milton Ribeiro sobre favorecimento de pastores no MEC
"Ele tem que mostrar documentos, o que esses dois caras pediram no ministério, se era lícito, o que foi liberado e onde o dinheiro foi parar", cobrou o pastor da Assembleia de Deus
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247 - O pastor SIlas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, cobrou honestidade do ministro da Educação, Milton Ribeiro, que nega favorecimento a pastores e diz que não recebeu de Jair Bolsonaro pedidos de atendimento especial na distribuição de verba do MEC.
Em gravação divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo, Ribeiro afirmou que o governo Bolsonaro prioriza, na liberação de verba, prefeituras com pedidos negociados por dois pastores (sem cargo na gestão federal). Ele não nega a autoria do áudio e diz que a alocação de recursos pelo ministério obedece à lei orçamentária e critérios técnicos do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação.
Gilmar Silva dos Santos, presidente da Convenção Nacional de Igrejas e Ministros das Assembleias de Deus no Brasil, e Arilton Moura, assessor de Assuntos Políticos da entidade, são as lideranças do gabinete paralelo que capturou o MEC.
Segundo Malafaia, "o ministro é pastor, e tem que provar que é honesto". Para isso, "ele não pode ser genérico nas afirmações. Ele tem que mostrar, com documentos, o que esses dois caras pediram no ministério, se era lícito, o que foi liberado e onde o dinheiro foi parar". As falas de Malafaia foram divulgadas na coluna da jornalista Mônica Bergamo.
"Ele tem que agir com transparência total. Na política, não basta ser honesto, o que eu acredito que ele é. Tem que provar", disse.
"O ministro é pastor e tem pastores envolvidos na história. Ao menos desde janeiro de 2021 os dois pastores negociam com prefeituras a liberação de recursos federais para obras de creches, escolas, quadras ou para a compra de equipamentos de tecnologia tem que ser a máxima possível", disse.
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