Mais de 47 mil idosos poderiam estar vivos se governo Bolsonaro não recusasse vacina contra Covid

Estudo mostra que se fossem vacinados com antecedência, os efeitos da imunização em quadros graves da doença nos idosos seria reduzido; 105 mil hospitalizações seriam evitadas

(Foto: Eliane Carvalho/GOVRJ)


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247 - Um estudo da revista Lancet Regional Health Américas divulgado nesta segunda-feira (21) mostra que 47 mil mortes de idosos poderiam ser evitadas se o governo Bolsonaro não recusasse vacinas contra a Covid e a campanha de vacinação fosse iniciada oito semanas antes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

De acordo com a publicação, cerca de 58 mil pessoas com mais de 60 anos não morreram por Covid-19 por conta da vacinação ocorrida nos primeiros meses da campanha, entre janeiro e agosto de 2021. Porém, este número poderia ser maior.

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Além disso, se fossem vacinados com antecedência, os efeitos da imunização em quadros graves da doença nos idosos seria reduzido. Segundo as estimativas, 167 mil deixaram de ser hospitalizados graças aos remédios. No entanto, esse número poderia subir para cerca de 272 mil com a adoção prévia dos imunizantes.

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