Mais de 1.800 militares da FAB se recusaram a receber vacina contra Covid

Os negacionistas tiveram que assinar um termo de recusa para poderem retornar ao trabalho presencial

(Foto: Tereza Sobreira/Ministério da Defesa)


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247 - Seguindo o negacionismo de Jair Bolsonaro (PL), 1.880 militares da Força Aérea Brasileira (FAB) se recusaram a receber a vacina contra Covid-19 até o final de 2021, relata Bela Megale, do jornal O Globo, que obteve os dados por meio da Lei de Acesso à Informação. Todos assinaram um termo no qual assumem a responsabilidade por não se imunizarem. 

A FAB liberou mesmo quem não se vacinou a retornar ao trabalho presencial, desde que assinassem o termo, que contém a seguinte mensagem: “declaro para os devidos fins que me recuso a ser vacinado contra a Covid-19, mesmo sendo encaminhado para a vacinação pela minha Organização Militar e orientado quanto à importância da vacinação para a imunização e proteção da minha saúde, estando ciente ainda que a falta de imunização, neste caso, não importará em não exercício das minhas atividades profissionais habituais”.

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Os negacionistas, no entanto, são minoria. Dos 66.442 militares da ativa, 35.723 terminaram 2020 com as duas doses da vacina, 25.618 com a primeira dose e 775 com a dose única. A dose de reforço foi aplicada em 544 militares da FAB. 

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