Maioria das escolas ianomâmis funciona em local improvisado, sem água e energia

O Ministério da Educação, em nota, apontou um “cenário de total precariedade” na questão da educação na Terra Indígena Ianomâmi

(Foto: Agência Brasil/Leo Otero/MPI)


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247 — O Ministério da Educação, em nota, apontou um “cenário de total precariedade” na questão da educação na Terra Indígena Ianomâmi. O documento mostra que, das 26 escolas públicas no território, 11 estão com as portas fechadas. Todas as unidades inativas são de responsabilidade de Roraima, enquanto todas as escolas abertas estão no estado do Amazonas.

No entanto, mesmo entre as escolas abertas, a infraestrutura e a formação docente estão em condições mínimas. Das 15 em atividade, 11 funcionam em locais inadequados, como galpões, ranchos, paióis ou barracões. Ou seja, são escolas improvisadas.

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Segundo levantamento pela Folha de S.Paulo, só uma escola conta com abastecimento de água regular e 13 nem sequer dispõem de energia. Ainda, dos 144 docentes vinculados às escolas em funcionamento, 23 concluíram somente o ensino fundamental; 75, só o ensino médio; e somente 46 deles têm formação superior. Apenas quatro docentes são concursados efetivos.

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