Lula e PT recorrem de decisão do TSE que removeu vídeos em que o ex-presidente chama Bolsonaro de genocida
Advogados destacam que o termo utilizado por Lula é "uma crítica política legítima" contra a inação de Jair Bolsonaro no enfrentamento à pandemia de Covid-19
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247 - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recorreu da decisão liminar do ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Raul Araújo que resultou na remoção de vídeos em que o petista chamava Jair Bolsonaro (PL) de genocida.
Na ação, os advogados de Lula e do PT afirmam que a fala do ex-presidente é protegida pela liberdade de expressão, além de não configurar um ato de propaganda eleitoral antecipada e não ofender a honra ou a imagem do atual ocupante do Palácio do Planalto.
Segundo o jornal O Globo, os advogados destacam que o termo utilizado por Lula trata-se "uma crítica política legítima contra o responsável por dirigir (equivocadamente) o país durante a maior crise sanitária dos últimos cem anos".
Ainda de acordo com os defensores, "não se pode proibir o cidadão de expressar o seu descontentamento em relação à Autoridade máxima que conduz o país".
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