"Lula anunciou o núcleo duro do seu governo", diz Helena Chagas

Para jornalista Helena Chagas, ao indicar os primeiros ministros de seu governo, Lula ''anunciou uma espécie de núcleo duro, tanto do ponto de vista da gestão como institucional'

O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, anuncia ministros durante coletiva no CCBB Brasília. 09/12/2022
O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, anuncia ministros durante coletiva no CCBB Brasília. 09/12/2022 (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)


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247 A jornalista Helena Chagas afirmou, em participação no Boa Noite 247 desta sexta-feira (9), que ao anunciar os cinco primeiros ministros que irão integrar o primeiro escalão da sua gestão, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “anunciou uma espécie de núcleo duro de seu governo, tanto do ponto de vista da gestão como institucional”. 

Lula anunciou os nomes de Fernando Haddad (PT) para o Ministério da Fazenda, do ex-presidente do TCU (Tribunal de Contas da União) José Múcio para o Ministério da Defesa, do ex-governador e senador eleito Flávio Dino (PSB-MA) para o Ministério da Justiça e Segurança Pública, de Mauro Vieira para o Ministério das Relações Exteriores e do governador da Bahia, Rui Costa (PT), para a Casa Civil.

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“A Fazenda é um pilar importantíssimo da gestão do governo. A Justiça é um pilar fundamental da questão institucional.O Itamaraty, do ponto de vista das instituições é o ministério que cuida das relações com o mundo, da política externa, A casa Civil é outra ponta do núcleo de gestão do governo. Me pareceu que o Rui Costa terá uma função de ‘gerentão’, de gestor. Ainda virá um articulador político no Planalto, que parece que será o Alexandre Padilha, que será anunciado na semana que vem, mas acho que o Rui Costa entrou nesse núcleo duro da gestão do governo que o Lula quis mostrar; ‘Eu vou governar com estas pessoas nos principais postos’”, disse Helena Chagas. 

“Por fim tem a Defesa. A Defesa não era nem era antes um pilar institucional do governo tão importante assim a ponto de ser anunciada junto com a Fazenda, Justiça e a Casa Civil. Mas tornou-se devido ao governo Bolsonaro, a politização das Forças Armadas, a este golpismo que está insuflando pessoas a irem para as portas dos quartéis e a leniência dos atuais comandantes  militares quanto a isso. Então a Defesa tornou- se um pilar importantíssimo desta área institucional do governo”, completou. 

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