Líder do terrorismo, Bolsonaro deixa hospital e diz que vai voltar ao Brasil
Ao negar derrota nas urnas, ele é o principal responsável pela depredação da Praça dos Três Poderes
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247 – Jair Bolsonaro deixou o hospital em que se internou após liderar ataques terroristas a todos os poderes da República no último domingo, em que o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal foram depredados por seus seguidores. Como é comum em todas as crises que provoca, Bolsonaro se internou alegando sequelas do evento ocorrido em Juiz de Fora no dia 6 de setembro de 2018. Abaixo, reportagem da Reuters:
RIO DE JANEIRO/KISSIMMEE, Flórida (Reuters) - O ex-presidente Jair Bolsonaro deixou nesta terça-feira o hospital em que estava internado nos arredores de Orlando, nos Estados Unidos, por conta de uma obstrução intestinal, um dia após ter dito que vai antecipar a volta ao Brasil.
Segundo uma fonte próxima à família Bolsonaro, o ex-presidente optou por deixar o hospital norte-americano por não querer confiar seu tratamento a médicos que não conhece. "Quer pessoas da confiança dele por perto", disse a fonte.
O colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, disse que Bolsonaro teria decidido deixar o hospital contrariando recomendações médicas. Jardim foi o primeiro a noticiar a alta médica de Bolsonaro.
O ex-presidente, que viajou para a Flórida 48 horas antes do fim de seu mandato, foi visto entrando à noite na residência em Kissimmee, perto de Orlando, onde tem passado a maior parte do tempo durante sua estadia no Estado norte-americano.
A saída do hospital ocorreu no mesmo dia em que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou a prisão do ex-ministro da Justiça de Bolsonaro Anderson Torres.
O ex-presidente havia sido internado na segunda-feira. Em entrevista à CNN Brasil do hospital, ele disse que anteciparia a volta ao Brasil após a hospitalização.
Aos 67 anos, Bolsonaro tem um histórico de hospitalizações por problemas intestinais desde que levou uma facada no abdome durante a campanha eleitoral de 2018. Ele já passou por seis cirurgias desde então, quatro delas diretamente ligadas à facada.
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