Líder do governo reafirma que Câmara votará PEC dos Precatórios nesta terça-feira

Na semana passada, o texto-base do PEC foi aprovado em primeiro turno na Câmara por uma margem estreita: 312 votos favoráveis, ante os 308 exigidos para se aprovar uma PEC

Ricardo Barros
Ricardo Barros (Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados)


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SÃO PAULO (Reuters) - O líder do governo Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (PP-PR) garantiu nesta segunda-feira que a votação em segundo turno da proposta de emenda à Constituição dos Precatórios ocorrerá na terça-feira na Casa e garantiu que ela será aprovada pelos parlamentares.

A PEC altera as regras de pagamento dos precatórios, que são dívidas do governo cujo pagamento foi determinado pela justiça, e abre o espaço fiscal para a criação de um benefício social temporário de 400 reais a ser concedido até o final de 2022, ano eleitoral em que Bolsonaro deverá tentar a reeleição.

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"Nós votarmos de qualquer forma, estamos mobilizando os parlamentares, porque nós temos um prazo para aprovar no Senado e implementar a medida. Então, não estamos podendo escolher o dia com mais ou menos quórum. Vai ser amanhã na votação, os parlamentares estão convocados e vamos aprovar um PEC dos Precatórios amanhã ", disse Barros em entrevista à GloboNews.

Na semana passada, o texto-base do PEC foi aprovado em primeiro turno na Câmara por uma margem estreita: 312 votos favoráveis, ante os 308 exigidos para se aprovar uma PEC. O governo quer solicitar uma análise de destaques que pode alterar o texto e aprovar a matéria em segundo turno, quando novamente será admitida a 308 votos, na terça-feira.

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Após a aprovação na Câmara, o texto irá ao Senado, onde desejar dos votos favoráveis ​​de 49 dos 81 senadores em dois turnos de votação para ser aprovada.

Na sexta-feira, deputados de diferentes vertentes partidárias imparcial mandado de segurança ao Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando a suspensão da tramitação da PEC dos Precatórios e a anulação da votação em primeiro turno do texto apresentado em plenário.

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Ainda não há uma decisão da corte sobre o pedido.

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