Justiça manda Dallagnol retirar vídeo com críticas ao STF das redes sociais
Na sexta-feira (17), o presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, pediu que o Ministério Público Eleitoral (MPE) tomasse providências acerca do material publicado
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247 - O ex-procurador Deltan Dallagnol, candidato a deputado federal pelo Podemos e ex-chefe da Operação Lava Jato - que destruiu empresas brasileiras para perseguir adversários políticos - atendeu una determinação da Justiça e removeu de suas redes sociais um vídeo com críticas ao Supremo Tribunal Federal.
Na sexta-feira (17), o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, pediu que o Ministério Público Eleitoral (MPE) tomasse providências acerca do material publicado por Dallagnol nas redes sociais. Na terça (20), a Justiça ordenou a retirada do vídeo das plataformas.
Em nota, Deltan disse que apesar das críticas não atacou o STF ou as instituições. “Deltan reconhece no próprio vídeo a importância das instituições e do STF, ressaltando que a instituição é uma ‘casa essencial à democracia’, além de ter mencionado expressamente a existência de uma minoria honrosa de integrantes do Supremo que resiste aos retrocessos no combate à corrupção”, diz um trecho da nota enviada pela assessoria do candidato, de acordo com a coluna Radar, da revista Veja.
“Não se pode confundir críticas legítimas, por mais duras que sejam, com ataques às instituições. A crítica, mesmo ácida ou desagradável a quem quer que seja, está englobada no direito constitucional à liberdade de expressão. Tal direito deve ser respeitado e preservado para que seja garantido o contínuo aprimoramento do debate público e das instituições do país”, destaca um outro trecho do texto.
No vídeo removido das redes sociais, Dallagnol dizia que o Supremo “se tornou a casa da mãe Joana, uma mãe para os corruptos. Ele também afazia referências ao ex-presidente Luiz Inácio da Silva (PT), que foi perseguido pela Lava Jato, em processo que foi anulado pelo STF. A corte também reconheceu que o ex-juiz Sergio Moro (União Brasil) agiu de forma parcial e não tinha competência para julgar o ex-presidente.
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