Juíza cita “genocídio” e “omissão” em caso de desaparecidos na Amazônia

"O cerne da questão é a omissão do dever de fiscalizar as terras indígenas", destaca juíza federal Jaiza Maria Pinto Fraxe

Indígenas ianomamis em Alto Alegre
Indígenas ianomamis em Alto Alegre (Foto: REUTERS/Adriano Machado)


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Metrópoles - A juíza federal Jaiza Maria Pinto Fraxe, que determinou a intensificação das buscas pelo jornalista e o indigenista desaparecidos no Vale do Javari, no Amazonas, criticou a fiscalização das terras indígenas e o aumento da violência. Nesta quarta-feira (8/6), a magistrada determinou a inspeção desses territórios, de modo a “evitar potencial genocídio aos povos” do Vale do Javari.

“O cerne da questão é a omissão do dever de fiscalizar as terras indígenas e proteger os povos indígenas isolados e de recente contato”, escreveu a juíza.

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A Justiça Federal determinou que o governo acione helicópteros, embarcações e equipes de buscas da Polícia Federal, das forças de segurança ou das Forças Armadas para intensificar o rastreio dos desaparecidos na reserva indígena Vale do Javari, no Amazonas. Desde segunda-feira (6/6), o indigenista Bruno Pereira e o jornalista Dom Philips são procurados.

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