Juíza arquiva inquérito que investigava registro de escritório de Wassef

Wassef é advogado da família Bolsonaro e o inquérito investigava se ele havia cometido fraude ao registrar como escritório de advocacia a casa usada por Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Patriota)

Advogado Frederick Wassef
Advogado Frederick Wassef (Foto: REUTERS/Adriano Machado)


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ConJur - A juíza Roberta Layan Chiappeta de Moraes Barros, da 1ª Vara Criminal de Atibaia (SP), acolheu parecer do Ministério Público e determinou o arquivamento de inquérito que investigava o registro do escritório de Frederick Wassef naquela cidade.

Wassef é advogado da família Bolsonaro e o inquérito investigava se ele havia cometido fraude ao registrar como escritório de advocacia a casa usada por Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ).

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Queiroz é investigado junto com o senador sob a acusação de participar de um esquema de "rachadinha" na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. De acordo com as investigações, o assessor seria o responsável por recolher parte dos salários de funcionários comissionados do gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro.

Em sua manifestação, o MP pede o arquivamento por não ter identificado indícios suficientes da prática do crime de falsidade ideológica.

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"As testemunhas ouvidas durante as investigações afirmaram ser clientes de Frederick Wassef há anos e declararam que já foram atendidas no imóvel localizado na Rua das Figueiras, onde funciona seu escritório", diz trecho do documento.

O MP também afirma que o contrato social da Wassef & Sonnenburg Sociedade de Advogados indica que a Sociedade possui sede e foro na cidade de Atibaia e que testemunhas confirmaram que o local abriga um escritório de advocacia.

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Em entrevista à ConJur em junho deste ano, Wassef comentou a operação policial que prendeu Queiroz. "Foi uma coisa única. Fora da curva de exagerada. Parecia um pesadelo de tão surreal. O Queiroz foi preso no meu escritório e eu passei a sofrer um massacre. Eu, sozinho, de um lado e toda máquina pública, a imprensa e o Brasil do outro. Eu fui pré-julgado, pré-condenado e massacrado em um esquema de Santa Inquisição", lamenta.

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