João Cezar de Castro Rocha: 'Bolsonaro pode ficar reduzido à impotência política'
'Pela primeira vez na Nova República, um presidente acrescentou à sua já rica ficha corrida todos os crimes eleitorais possíveis e imagináveis', escreveu o professor da Uerj
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247 - Em sua coluna publicada nesta sexta-feira (7) pelo jornal Folha de S.Paulo, João Cezar de Castro Rocha, professor titular de literatura comparada na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), afirmou que "em uma inegável derrota pessoal, também pela primeira vez na história da Nova República, o presidente ficou em segundo lugar no primeiro turno das eleições". "Um fracasso que ameaça reduzir o mito à impotência política".
"Pela primeira vez na história da Nova República, um presidente em exercício acrescentou à sua já rica ficha corrida todos os crimes eleitorais possíveis e imagináveis, usando com o despudor que melhor define o personagem recursos da máquina pública em proveito próprio, em uma rachadinha eleitoral de proporções épicas", escreveu.
"A enumeração do caos da administração do governo enquanto arquitetura da destruição poderia seguir indefinidamente. Contudo, Bolsonaro mantém uma base sólida do eleitorado, tendo chegado a 51 milhões de votos no primeiro turno", continuou.
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