Jean Wyllys: hegemonia do fascismo não teria acontecido sem Lava Jato e golpe contra Dilma

O ex-deputado federal Jean Wyllys (PSOL) também disse que o fascismo, “para se tornar hegemônico de novo, de bodes expiatórios (LGBTs, PT, comunismo) e da personalidade medíocre, ressentida e odiosa” de Bolsonaro

Jean Wyllys
Jean Wyllys (Foto: Reprodução)


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247 - O ex-deputado federal Jean Wyllys (PSOL) denunciou, nas redes sociais, nesta terça-feira, 30, um “fascismo eterno” no Brasil e disse que a atual hegemonia fascista não teria acontecido sem a Lava Jato e o golpe de 2016 contra Dilma Rousseff.

Wyllys afirmou também que o fascismo, “para se tornar hegemônico de novo, de bodes expiatórios (LGBTs, PT, comunismo) e da personalidade medíocre, ressentida e odiosa de B”, referindo-se a Jair Bolsonaro.

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“No Brasil, aquele ‘fascismo eterno’ a que se refere Umberto Eco (no caso, a escória que nunca quis pôr fim à ditadura militar) precisou, para se tornar hegemônico de novo, de bodes expiatórios (LGBTs, PT, comunismo) e da personalidade medíocre, ressentida e odiosa de B”.

“Claro que essa hegemonia do fascismo não teria acontecido sem a 'Lava Jato' nem o golpe de 2016 contra Dilma, ambos apoiados amplamente por setores da classe dominante (banqueiros, latifundiários, oficiais das FA e grandes empresários) e seus meios de comunicação”. 

“A hegemonia do ‘fascismo eterno’ residual dos 24 anos de ditadura militar não teria acontecido sem que os ‘guardiões’ da Constituição de 1988, ou seja, o STF, não desrespeitassem a própria Carta Magna avalizando a fraude ‘Lava Jato’ e o golpe de 2016 juridicamente”. 

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“‘Fascismo eterno’ residual virou ‘bolsonarismo’ e, depois, um governo militar disfarçado de civil. Seu objetivo foi impor políticas econômicas neoliberais impopulares eleitoralmente à base da força se fosse preciso, com a imprensa passando pano”.

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“A nova hegemonia do ‘fascismo eterno’ não teria preocupado os golpistas de 2016 se não fosse 1) a saída de controle do delírio de grandeza do medíocre ressentido e de seus filhos; 2) seu modus operandi de mafioso; e 3) a pandemia de COVID-19”.

“Esses três elementos colocaram o Brasil como pária internacional e ameaça à saúde global, prejudicando os negócios lícitos e ilícitos dos golpistas de 2016 que abriram espaço para o ‘fascismo eterno’ retornar à esfera pública. Daí a crise do governo com a mídia e FA”.

“Questões que ainda não podem ser respondidas com clareza agora: a crise do governo genocida com os golpistas que o integram desde o início porá fim ao bolsonarismo? Ou o ‘fascismo eterno’ engolirá aqueles que achavam que só tirariam vantagens dele?”

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