Jantar de Lula e Alckmin tem 40% de apoio em rede social, diz FGV
Em 48 horas, o jantar entre o ex-presidente Lula e o ex-governador Geraldo Alckmin gerou mais de 48 mil menções no Twitter
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
Sputnik - Segundo levantamento da FGV-DAPP (Diretoria de Análise de Políticas Públicas), quase 40% das interações na plataforma, entre a tarde de sábado (18) e esta terça-feira (21), foram em apoio à aliança, envolvendo perfis considerados progressistas e simpáticos à candidatura de Lula.
Embora a aliança entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-governador paulista Geraldo Alckmin seja incerta, o jantar oferecido no domingo (19) foi sucesso nas redes sociais: em 48 horas, o jantar gerou mais de 48 mil menções no Twitter.
A chapa entre Lula e Alckmin teve maior apoio entre aqueles que a pesquisa chamou de "neopetistas", que são perfis com menos história com o partido. Destacaram-se publicações que enalteceram a tentativa de "construir a ideia de uma frente ampla contra a extrema-direita autoritária".
Dentro do espectro das 48 mil mensagens postadas, as interações negativas dos apoiadores de Bolsonaro representaram quase 30% das publicações no período analisado. Eles disseram que "Lula e Alckmin sempre foram faces da mesma moeda".
De acordo com a revista Veja, as críticas à possível aliança também tiveram contribuição dos apoiadores de Ciro Gomes. As interações críticas à chapa neste segmento chegaram a 23,5%.
Em resumo, a FGV calculou 39,33% de interações positivas. Da parte dos usuários considerados de direita, as interações negativas foram de 29,96%, enquanto os de esquerda, 23,54% reagiram de modo crítico. Por fim, 7,17% foram classificados como perfis diversos.
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247